quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Personalidades - Independência do Brasil

Independência do Brasil: a separação política entre a colônia e Portugal

No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.
Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de dom Pedro 1º.
Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

Os motivos da separação

Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.
Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.
Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar sua supremacia comercial, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou dom João 6º a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

O rompimento

As pressões contra o controle de Portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".
Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.
Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembleia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal.
Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembleia Constituinte brasileira, enviaram tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntas governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.
No início de 1823, houve eleições para a Assembleia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembleia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.
Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por dom João 6º.

Reconhecimento da independência do Brasil

Dom Pedro 1º negociou com as nações estrangeiras o reconhecimento da independência do Brasil. Os Estados Unidos foram o primeiro país a reconhecê-la oficialmente. Não obstante, a adoção da forma de governo monárquico e as tendências absolutistas do imperador brasileiro gerou resistência ao reconhecimento da independência do Brasil por outros países americanos recém libertos do jugo colonial. Na Europa, por outro lado, as nações conservadoras se opunham ao reconhecimento da independência de qualquer ex-colônia. A Inglaterra, porém, desempenhou um papel de mediadora, nas negociações para o reconhecimento internacional da independência do Brasil. Obteve deste modo, inúmeras vantagens comerciais. Foi por intermédio da Inglaterra que, em 1825, Portugal reconheceu a independência brasileira em troca de uma indenização de dois milhões de libras.


Práticos Sabores - Massa para Panquecas

Ingredientes:

2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
2 1/2 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
1/2 colher(es) (chá) de sal
1 unidade(s) de ovo
1 1/2 xícara(s) (chá) de leite
2 colher(es) (sopa) de manteiga derretida(s)


Como fazer:

Peneire a farinha com o fermento e o sal. Misture o ovo como para omelete, acrescente o leite; junte à farinha e mexa até a massa ficar uniforme. Acrescente a manteiga derretida. Cozinhe as panquecas, utilize, aproximadamente, 2 colheres (sopa) da massa cada para cada uma, em uma frigideira bem quente e levemente untada com manteiga ou óleo. Doure dos dois lados.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Personalidades - Independência do Brasil

DOM PEDRO I
Dom Pedro I
Dom Pedro I foi o primeiro imperador do Brasil. Seu nome completo era Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.
Nasceu na cidade portuguesa de Queluz em 12 de outubro de 1798. Chegou ao Brasil em 1808, com 9 anos de idade, em companhia da mãe, D. Carlota Joaquina, e do pai, D. João VI de Portugal.

Desde criança apresentou forte espírito de liderança. Quando, aos 22 anos, assumiu o governo brasileiro na condição de príncipe regente, agiu como brasileiro visando aos interesses de nosso povo. Também por este motivo, decidiu ficar no Brasil quando a corte portuguesa o chamou de volta a Portugal. Nessa ocasião, conhecida como Dia do Fico (9 de janeiro de 1822), ele demonstrou seu grande amor pelo Brasil, levando-o a proclamar a nossa independência em 7 de Setembro de 1822.

Foi imperador do Brasil entre 1822 e 1831. D.Pedro foi o principal 
responsável pela consolidação da independência brasileira, embora tenha tido um governo bastante tumultuado em função das revoltas e conflitos ocorridos no Brasil durante seu reinado.

Bandeira Imperial do Brasil

D.Pedro I foi o soberano que abdicou a duas coroas. Herdou do pai a coroa portuguesa, porém renunciou-a em favor da filha, D. Maria da Glória. Para terminar com as lutas entre brasileiros e portugueses e com os conflitos no Brasil, renunciou a coroa brasileira, passando-a ao filho, Pedro de Alcântara, que seria D.Pedro II.

Aos 36 anos de idade, contraiu tuberculose, doença fatal na época. Faleceu em sua cidade natal em 24 de setembro de 1834.



Para ler e refletir - Índios

Índios

Legião Urbana


Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.


Quem me dera ao menos uma vez 
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.


Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.


Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer.


Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.


Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.


Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.


E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.


Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.


Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.


Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.


Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.


E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.


Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.



Oportunidades - PPGE/UECE

PPGE FAZ CHAMADA PÚBLICA PARA O PROCESSO SELETIVO DOS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO - TURMAS 2014

O PPGE/UECE faz Chamada Pública para o Processo Seletivo com vistas ao ingresso nos cursos de Mestrado e Doutorado, com área de concentração em Formação de Professores, no ano de 2014.

Inscrições: de 20 de setembro a 04 de outubro de 2013

Prova de Conhecimentos: 18 de outubro de 2013
Maiores informações em Processo Seletivo

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Oportunidades - Concursos

Abertas inscrições do concurso público para o IFRN


Começaram no dia 30 de Agosto/2013  as inscrições do concurso público para o provimento de cargos Técnico-Administrativo em Educação do IFRN, Edital 13/2013. Está sendo oferecido um total de 36 vagas distribuídas entre os cargos de Técnico em Tecnologia da Informação (nível intermediário); Administrador; Analista de Tecnologia da Informação; Engenheiro Civil; Assistente Social e Médico Clínico Geral (nível superior). Os interessados deverão se inscrever até as 23h59m de 15 de setembro de 2013, exclusivamente pela internet, em formulário eletrônico disponível no site da Funcern (funcern.ifrn.edu.br), responsável pela execução do concurso.

UFERSA - Abre Concurso Público para seleção de 28 Professores Efetivos.


A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), tornou pública a abertura de inscrições para o Concurso Público nº 41/2013, que visa o preenchimento de 28 vagas no cargo de Professor Efetivo. As inscrições serão recebidas de 30 de agosto de 2013 a 13 de setembro de 2013, exclusivamente pelo site www.ufersa.edu.br/concursos. Podem participar desta seletiva, profissionais que possuem graduação e mestrado e/ou doutorado na área do conhecimento da vaga para qual pretende concorrer.


Personalidades - Independência do Brasil

O Blog retoma suas atividades esta semana fazendo sua homenagem da semana não a uma pessoa, mas sim a um fato de extrema importância ocorrido no dia 7 de Setembro de 1822 – A Independência do Brasil. Durante toda esta semana, serão publicados assuntos relacionados à independência e também a fatos, pessoas e temas que retrataram e retratam a liberdade.



Resumo:

Independência do Brasil - A Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822. A partir desta data, o Brasil deixou de ser uma colônia de Portugal. A proclamação foi feita por D. Pedro I, às margens do riacho do Ipiranga em São Paulo.


Causas – Algumas das causas foram as vontades de grande parte da elite política brasileira em conquistar a autonomia política e o desgaste do sistema de controle econômico, com restrições e altos impostos, exercido pela Coroa Portuguesa no Brasil, além de outros mais.